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sábado, 19 de setembro de 2009

METRÔ FREGUESIA DO Ó AGORA TERÁ LIGAÇÕES COM LAPA, CACHOEIRINHA E BRASILÂNDIA

METRÔ FREGUESIA DO Ó AGORA TERÁ LIGAÇÕES COM LAPA, CACHOEIRINHA E BRASILÂNDIA

O vereador Claudinho afirmou que as novas definições do governador José Serra, referentes ao Metrô para a região, denotam a sua consideração para com a nossa região, ampliando ainda mais as opções que os moradores da região terão. "A Freguesia do Ó agora terá ligação férrea com a V.N. Cachoeirinha e Lapa - bairro este que ganhará linha de metrô com veículo leve de superfície (VLS), até V.N. Cachoeirinha, e a Linha Brasilândia-Freguesia do Ó, até Estação São Joaquim (Liberdade), foi mantida como linha de metrô convencional.

É mais uma vitória política importante para toda a região" - disse.
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Depois de anunciar um fato inusitado: a bifurcação em “Y” da linha do Metrô Freguesia do Ó – Estação São Joaquim, que seguiria até à V. Brasilândia, por um braço, e pela a V.N. Cachoeirinha, por outro, em dezembro último, os estudos iniciacias apontaram para outra solução. O governo do Estado mudou o projeto. Agora, a linha 6-laranja, de fato, irá da Brasilândia até a estação São Joaquim, passando pela Freguesia do Ó, cruzando com a linha 1-azul, na região central. A "perna" do "Y" que seguiria em direção à Vila Nova Cachoeirinha foi transformada em uma nova linha, a 16-prata - ligando a V.N. Cachooeirinha à Lapa. Ela será um metrô leve (de superfície, com trens menores e de construção mais barata) e irá até a estação Lapa (linha 7-rubi , Jundiaí-Luz) da CPTM, cruzando ainda com a futura linha 6 (Brasilândia - São Joaquim).


Segundo informou a Folha de São Paulo (6/jun.09), essa nova linha, chamada de linha 16-prata é semelhante ao proposto pela ex-prefeita Marta Suplicy (PT) na campanha eleitoral do ano passado e muito criticado então. O cronograma de construção da linha 6 foi mantido: início das obras no último trimestre de 2010, com conclusão no primeiro semestre de 2013. O custo, antes estimado em R$ 2 bilhões, não foi atualizado.

Essa nova linha, a linha 16-prata (Cachoeirinha – Lapa), cuja primeira versão do projeto deve sair até o final deste ano, ainda não tem custo estimado nem prazo para sair do papel.
Segundo especialistas, a opção pelo metrô leve pode reduzir pela metade o investimento necessário para o subterrâneo, cujo preço por quilômetro vai de US$ 60 milhões a US$ 100 milhões. Por outro lado, a depender do trajeto, pode implicar mais desapropriações. Um recurso é a construção de vias elevadas (como no Fura-Fila), que podem ter impacto negativo na paisagem se usadas em excesso, dizem urbanistas.
Jair Ribeiro (Juquinha)

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