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terça-feira, 23 de novembro de 2010

Consciência Negra

É através deste texto que mais parece uma carta de alforria venho em humildes palavras te levar de volta ao passado na época que os escravos eram mercadorias uma data tão marcada pelo nosso povo que em nenhum momento podemos esquecer que um dia Portugal se intitulava donos do Brasil ao ponto de cometer inúmeros crimes sem nem uma punição.
A liberdade a esses negros eram na verdade um sonho que nunca se cumpria, alguns deixaram seus pais e suas famílias seu povo na áfrica para se submeter aos caprichos de pessoas que se sentiam soberanos e supremos aos negros.

Os negros foram severamente assassinados pelos portugueses as barbaria era tão grandes que os negros eram marcados a FERRO QUENTE a dor era insuportável mas era a única forma de mostrar que tinha um dono.
Alguns negros eram castrados para ficar forte e produzir mais, as mulheres eram estrupadas pelos senhores dos engenhos e seus soldados e familiares de forma covarde e perversa.
Na época era uma humilhação para as mulheres dos senhores dos engenhos saber que seu marido se relacionou com alguma negra e quando isso acontecia os filhos que nasciam desse relacionamento dos senhores dos engenhos com alguma negra fruto de estrupo eram vendidas com o filho e muitas das vezes eram assassinadas.
Os negros eram medicados com os mesmo medicamentos que eram usados em cavalos como creolina, remédios para carrapato entre outros.

Acidente eram constantes nas fazendas quando um negro se acidentava ele era retirado do local para que a produção não parasse.
Tachos enormes e borbulhando de caldo de cana na produção de rapadura para abastecer os mercados a pressão em produzir era tamanha que os acidentes eram diários e quando o negro fica invalido e ate ele provar que não tinha mesmo a capacidade de continuar a trabalhar era submetido aos espancamentos a te mesmo tratamentos com remédios de cavalos e muitas das vezes não sobreviviam aos tratamentos inadequados e acabavam morrendo.
Há historia de crianças que nasciam com deficiência física e geralmente não sobrevivia por não ter nem um tratamento e também não ter nenhum valor comercial para o seu senhor eram considerados praga e indesejável.

Os negros que trabalhavam em alambiques se embriagavam constantemente eles eram quem provavam a cachaça e constantemente acabavam viravam alcoólatra e
quantos desses negros morreram com cirrose e ou ate mesmo com overdose e o que mais deixa perplexo é a maioria desses funcionários de alambiques eram crianças negras.
Escola era uma coisa difícil por que quem só podia saber ler eram os brancos e os que se atrevesse eram punidos ou motivos de chacotas pelos outros.
Mesmo assim muitos se dedicavam à leitura e as escondidas aprendem a ler e escrever as suas atitudes eram considerados como as de um rato que tinha que se reservar para não ser pego pelos os seus donos, ou seja, (Senhor do engenho).
O que me deixa mais enfurecido que nada mudou desde a liberdade aos negros a nossa liberdade é uma farsa disfarçada de democracia hoje não pode mais reivindicar os seus direitos sem que a polícia vem e baixa o pau em manifestantes, estamos vivendo a lei do silencio pior do que na ditadura e ainda tem gente que diz que é a voz da sociedade.
Os negros cada dia que passa sofre com o preconceito e por isso e por aquilo, sem falar que o preconceito começa pelos próprios negros, como já presenciei um chamando o outro de macaco, preto fidido, babuíno e outros nomes que nem convem dizer aqui.
Quem vendia os negros para os europeus eram os próprios africanos que capturaram
uma vila inteira e para ficar com suas terras (Aldeias) esses descendentes que por sorte sobreviviam as batalhas eram vendidos para os europeus.
E os portugueses que sempre foram gananciosos e não tinham mão de obras ao seu dispor.
Na época vim para a Ilha de Vera Cruz, ou melhor, Brasil era um castigo e ninguém em Portugal estava disposto e só vinham para saquear estrupar às índias então vender e comprar escravos virou um grande negocio para os Barões.
Então navios negreiros, ou melhor, seqüestradores de negros Portugueses, italianos e outros começaram a disputar o mercado que começou a ficar competitivo.
Posso ate imaginar como essas gentes conseguiu viver dentro dos porões com fezes, ratos e doenças e vendo os seus sonhos simplesmente se tornar uma parte do pesadelo e em meia sujeira e covardia de um povo sofrido pelas perdas de suas aldeia eram vendidos pelos seus próprios semelhantes da áfrica.
Hoje somos escravos do salário mínimo, não temos mais voz, quando falamos somos calados e sufocados pela legislação.
Aqui nesse pais tudo é feito através do grito e muitas das vezes grito de socorro e as vezes o grito se transforma em lucros financeiros, alguém paga para você não gritar.
Nas escolas desse Brasil de cativeiros de negros é uma calamidade o ensino público e médio é uma verdadeira vergonha o professor no passado era respeitado e visto pela sociedade um homem respeitado e sua profissão era invejável ser professor nessa época era um grande orgulho.
Hoje professor é vitima de alunos bandidos que não quer nem um compromisso com os estudos fazendo o que o sistema mais quer analfabetos e incapazes de reconhecer os seus direitos e com o tempo eles se tornam números que fica trancafiado dentro de muros e são chamados de reeducando para disfarçar do nome de Bandido.
O professor não luta mais pelos seus direitos é como faziam antes é engabelado com prêmios e outras quinquilharias para que ele permaneça uma marionete do estado.
Alguns professores insiste em reivindicar os seus direitos acabam sendo exonerado do cargo ou ate mesmo punidos severamente.
O que mudou da época dos escravos para os dias de hoje? Na verdade nada a escravidão no Brasil só modernizou com o nome de salário mínimo e democracia disfarçada de ditadura.
É preciso que todos se conscientize-se de uma coisa só com a educação poderemos mudar esse pais de verdade e começar fazer valer os nossos direitos com mais seriedade
E não deixar que o Brasil seja novamente descoberto para que não venha mais Pedro Alveres Cabral e sua gangue de forasteiros e leve do Brasil o que nos pertencem e que o povo não sofra mais 510 anos.
Que as falcatruas desses porcos sejam expostas e julgadas pelos eleitores nas urnas quando tiver que escolher alguém que realmente represente o nosso negro e que realmente reconheçam as atrocidades aos seus ancestrais.

Consciência negra não é só para lembrar dos negros no passado como palmares que lutou contra o império de gananciosos é para lembrar que o Brasil servil de cativeiro e os mesmos foram julgados e punidos pelos braços forte dos traficantes europeu.
Que nunca mais essa historia se repita para que não crie um dia como o de hoje dia da consciência negra.
Jair Ribeiro (Juquinha)

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