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quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Movimentos de moradia



Jornada nacional reivindica reforma urbana em Brasília

Movimentos de moradia organizados no Fórum Nacional de Reforma Urbana (FNRU) realizam, nesta semana, a Jornada Nacional da Moradia e da Reforma Urbana. As atividades também marcam a Semana Mundial dos Sem Teto. A Confederação Nacional de Associações de Moradores (Conam) participa da organização da passeata "Para o Brasil avançar, Reforma Urbana já!", nesta terça-feira (4) em Brasília, com concentração na Catedral.

Os movimentos realizam uma série de atividades nos estados e em Brasília, a fim de reivindicar uma política permanente de habitação para o país, que vá além do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e do Programa Minha Casa Minha Vida.
A maior ação da Jornada deverá ocorrer na capital federal nesta terça-feira (4). Cerca de seis mil pessoas são esperadas para um ato que começará às 10h na Catedral de Brasília e culminará no Palácio do Planalto. O objetivo será abrir negociações com o governo federal.

Os movimentos também protestam contra os despejos que ocorrem em várias cidades do Brasil em função de obras para receber megaeventos como a Copa do Mundo e as Olimpíadas.
O Conselho das Cidades, vinculado ao Ministério das Cidades, foi instituído por decreto em 2004 e tem por finalidade propor diretrizes para a formulação e implementação da Política Nacional de Desenvolvimento Urbano.

Direito a moradia

Dentre outras reivindicações dos movimentos de moradia estão a transformação de prédios vazios em moradia popular nos centros urbanos e a aprovação da PEC da Moradia (PEC 285). A Proposta de Emenda Constitucional vincula 2% do Orçamento da União e 1% de estados, municípios e do Distrito Federal para Habitação de Interesse Social.

Segundo dados da Fundação João Pinheiro (FJP), de Minas Gerais, o déficit habitacional, no Brasil, está em torno de 7 milhões de moradias. A Jornada Nacional da Moradia e da Reforma Urbana também integra a “Campanha Mundial 2011: Resistência e Alternativas para o Direito ao Hábitat” da Coalizão Internacional do Habitat (HIC) e da Campanha Internacional Despejo Zero da Aliança Internacional dos Habitantes (AIH).
No dia 4 de outubro, na Semana Mundial dos Sem Teto, movimentos de moradia de todo o país Foram a Brasília para a Jornada da Moradia. Levamos ao Governo Federal e ao Congresso Nacional o grito do povo que vive nas favelas, vilas, cortiços e ocupações. Organizamos entidades que adere a luta dos mutirões e a resistência das áreas ameaçadas por despejos como o Jardim vista alegre Jd Paraná serra da Cantareira que sofre com os abuso de uma panelinha na região norte que não se importa com uma habitação séria na região.

O dinheiro que é dado para as famílias desocupar o local é um financiamento para outras invasões e o Jornal a Voz do Povo A VOZ DO POVO a Associação AVAS com o projeto rede Rua resolveu gritar para o Planalto Central.
Queremos uma política permanente de habitação que vá além do PAC e do Minha Casa Minha Vida. Queremos que o direito à cidade e à moradia seja plenamente respeitado em nosso país e que a terra cumpra sua função social. Podemos assistir calados a especulação imobiliária sendo premiada pela escalada de preços da terra, enquanto o povo pobre não tem onde morar e segue sendo expulso para as mais extremas periferias.

Por isso e muito mais a nossa vinda a Brasília! Convocamos todos os movimentos de moradia e entidades da luta da reforma urbana a juntarem-se a nós nessa Jornada! Esta atividade também faz parte da “Campanha Mundial 2011: Resistência e Alternativas para o Direito ao Hábitat” da Coalizão Internacional do Habitat (HIC) e da Campanha Internacional Despejo Zero da Aliança Internacional dos Habitantes (AIH) .
O jornal a voz do povo traz nessa edição um dos exemplos de desrespeito aos direitos humanos à moradia é o que acontece na região norte do Estado de São Paulo o que não da para entender é a falta de compromisso com essa gente pobre sofrida que a mais de 17 anos moram numa área e que hoje somente hoje é considerada área de risco.
Líder comunitário ate indiciado foi quando resolveu questionar o desrespeito nessa região.

Esta frase "Moradia em área de risco é regra no Brasil" saiu das altas esferas do Planalto, e se espalhou pela mídia nacional como uma corriqueira frase de constatação banal, pobres e desvalidos habitantes nas áreas de risco Começa aqui o jogo do desaforismo. O jogo de palavras sem reflexão, sem coerência e sem lógica vinda de Brasília.

Só não é regra no Brasil a falta de vergonha vinda dos políticos. Aliás também é regra no Brasil 60% de aumento nos salários destes mesmos políticos que são pagos do bolso do trabalhador para cuidar do povo e em troca fazem vista grossa e deixa o povo ser jogados nas ruas em meio a miséria fabricado por uma Secretaria de Habitação sem compromisso.
Essas pessoas hoje pagando pelo crime de não ter condições financeiras para morar em áreas nobres.
As pessoas são intimadas a deixarem suas casas por uma milharia de 5.000,00 ou ate menos um dinheiro publico jogado fora que compromete seriamente o futuro dessa gente o argumento usado pela subprefeitura freguesia do ó Brasilandia é que eles moram em área de risco.
Se é área de risco por que demorou tanto tempo para retira-las dessas áreas?
Por que não planejaram moradia adequada evitando que a mata fosse desmatada como esta acontecendo com a mata da serra da Cantareira?

O Jornal a Voz do Povo tem visto a omissão de muitos vereadores e deputados que sabem claramente do problema e não tem manifestado em favor dessa gente.
O mais grave que algumas entidades que são criadas para defender o povo e faz vista grassa e assiste de pé a criação de uma fabrica de miséria na região.
Lideranças que fala por essa gente também se calam mediante a produção de miséria e depredação do meio ambiente.

A preocupação desses lideres e entidades é a chegada de campanhas políticas os quais visão ganhar um por fora, em troca induzir o leitor a votar em candidato que não tem nenhum compromisso sério com o bairro principalmente com a habitação na região norte.
Compra de voto Através de entidades e líder comunitário a qual será a nossa próxima matéria.
Ta na hora de formar uma liderança forte e firme na nossa região que tenha comprometimento social e seriedade.
Outros direitos sociais e individuais também são desrespeitados como educação, segurança, proteção à criança e ao adolescente, assistência aos desamparados, saúde, água e saneamento básico.
O Jornal a Voz do Povo não se cala diante de tanta produção de miséria e omissão do poder Publico, ta na hora de colocar um basta nisso é o compromisso que temos com o nosso leitor em publica a omissão de quem pensa que todos dormem em berço esplendido.

Jair Ribeiro (Juquinha)



Estúdio
M.G.Records Word Music
Projeto
Cine Brasilândia
Fotos
Amaral
Projeto
Rede Rua
Associação
AVAS

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