A Voz do Povo

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sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Saúde Plena é Hospital da morte


“Minha terra tem palmeiras, onde canta o sabiá”, já dizia Gonçalves Dias em um dos seus famosos versos românticos onde demonstra sua imensa admiração pela paisagem do nosso país um lugar tão belo, mas com tantos problemas onde um dos principais é a precariedade da saúde pública, o caos no atendimento
Foto Jair Jefferson (Dé)
da população de baixa renda, com equipamentos sucateados ou inexistentes e a escassez de medicamentos, que fazem parte da realidade dos hospitais brasileiro e não é só hospital publico não a moda agora é os hospitais particulares como o Saúde Plena que acaba de entristecer a família de Francisco por negligencia medica. Será que só porque e público e para atender a população carente, não faz parte do Plano de Governo como prioridade? O que presenciamos constantemente em relação à saúde publica no Brasil, são pessoas morrendo dentro dos hospitais, por falta de socorro médico, leitos insuficientes para atender a tanta demanda e até escassez de material de consumo para proteger a saúde da população.
Foto Jair Jefferson (Dé)
Esta é uma dura realidade que coloca em suspeição a eficiência e eficácia do SUS (Sistema Único de Saúde). A situação fica ainda pior com a super lotação dos hospitais do interior dos estados, com condições precárias bem piores do que nas capitais, acabam por transferir para leitos hospitalares das cidades que mal possuem abrigo para a demanda já existente e com isso acabam provocando aglomeração nos corredores com macas improvisadas (a maioria das vezes nem isso se encontra), a espera de um atendimento. Mas estes são obrigados a acumular uma carga horária exaustiva acumulando vários empregos para poderem viver dignamente e recompensar o investimento na sua formação. Formação, diga-se de passagem, que só apresenta “status”, pois se eles fossem remunerados pela responsabilidade de seu trabalho não necessitariam ter uma carga horária tão grande e a qualidade de seu atendimento para o público carente não estaria como se encontra. E ainda são obrigados a atender pacientes com falta de medicamentos, equipamentos precários que não beneficiamos número de usuários que é maior do que o hospital pode suportar. A política de governo aplicada para a saúde pública no país, pelo atual presidente e pelos governadores de estados, é de total “descaso”, pois investir em “SAÚDE” e “EDUCAÇÃO de “QUALIDADE” não atrai votos no período eleitoral. E muitos alimentam a cultura que basta distribuir alguns sacos de cimentos e alguns blocos para a construção de um “puxadinho” que não sai tão caro se manter a promessa de saúde e educação de qualidade. O Brasil é o segundo país em que o cidadão é obrigado a pagar mais impostos do que os outros países desenvolvidos, (o primeiro é a Suíça, mas neste país a carga tributaria elevadíssima dá retorno para o cidadão tanto em saúde como em educação de qualidade o que propicia a ele não recorrer ao atendimento privado), a diferença é que nos países de “Primeiro Mundo”, esse de tipo de problema não existe . Isto tem contribuído para o aumento do caos da saúde pública. As autoridades competentes alegam constantemente que não há recursos, mas sabe-se que é mesmo falta de interesse, pois verbas altíssimas são repassadas para os estados (como forma de se fazer alianças para aprovação de projetos do governo federal e que acaba contribuindo para o desvio dessas verbas para benefícios próprios), dizendo-se que são para projetos de governo para beneficiar a população.
Foto Jair Jefferson (Dé)
As pessoas acabam tendo que se enfiar em hospital particular na esperança que seu problema será resolvido, como saúde Plena que ta mais para Hospital da Morte. O jornal a voz do povo foi conferir de perto uma manifestação de familiares indignados com a morte de Francisco Ildo Alves de Carvalho. Segundo a família Sr Francisco foi internado com vários sintomas graves de saúde gravíssimos nesse hospital Saúde plena que também atende convenio. No hospital internado Francisco não teve o atendimento adequado e o único remédio aplicado no paciente foi uma dose forte de morfina e mando para casa. Segundo a família Francisco ao chegar em casa tinha alucinações por causa da medicação aplicada, ao perceberem que Francisco não estava bem voltaram imediatamente para o mesmo hospital que seu pai era conveniado os médicos trataram o paciente com descaso sem avaliar melhor o seu estado.
Foto Jair Jefferson (Dé)
A família pediu mais empenho do medico responsável pela saúde de Francisco e foi tratado como ar de deboche e pouco caso com a família, enquanto isso o paciente Francisco agonizava os seus momentos angustiantes. As maiorias dos planos de saúde no Brasil só vendem planos, mas na hora de exercer os direitos do consumidor ignora os direitos do consumidos. Nos últimos anos a saúde no Brasil tem vivido em coma induzido por políticos corruptos que não tem compromisso se que os eleitores imaginem com os doentes na verdade eles se vê fazendo favores e nunca o seu dever. Só não existe recurso para atender às necessidades da população pobre para a corrupção, tem-se de sobra. É preciso mudar as leis desse país, mas eles não fazem por que serão os primeiros a ser punidos enquanto isso Francisco e outros Francisco que descanse em paz e família fica a espera de justiça onde a impunidade será somente mais uma por que dificilmente médicos contesta o trabalho de outro. Advogada da família fala que entrara com um processo para que o hospital seja responsabilizados por negligencia, descaso, omissão entre outras.
Foto Jair Jefferson (Dé)
Dr. Marina Cristina Mirasevich fala da tamanha dor da família que somente indenização não reparar os danos causados a família e que valor algum repara a dor que a família sente e pela forma que o Hospital tirou o Sr Francisco com apenas 44 anos de vida, forma brusca e desumana. A falta de leitos nos atendimentos de emergência, de vagas para quem necessita de internamento, falta de medicamentos além de equipamentos hospitalares sucateados aliados ao péssimo controle da vigilância sanitária que ocasiona a ma higienização e consequentemente acaba sendo principal fator para grande proliferação de bactérias que provocam infecção generalizada e levam muitos pacientes a óbito. E os órgãos responsáveis não têm tomado nenhuma providencia para que isso tenha fim. Aproveitando-se dos clamores da população que chega à beira do desespero nas portas dos hospitais públicos das cidades, muitos programas populares servindo-se do apelo da população divulgam a situação inicialmente apenas para manter a “audiência”, mas não cobram dos governantes de maneira constante a resolução dessa problemática. Na semana passada, com a greve dos médicos, pacientes gemiam com dores sem atendimento dentro do Hospital Regional. E até mesmo foi presenciado um paciente com o crânio exposto, ensangüentado, morrendo sem atendimento, em um piso frio do corredor daquele hospital.
Foto Jair Jefferson (Dé)
A voz de quem sofre com o apagão da saúde pública a de ser mais forte que dos cansados que sofreram com o apagão aéreo. Os necessitados da saúde estão cansados, mas não têm a quem recorrer, e ainda tem que batalhar todo o dia pra conseguir mais uma consulta. Diante desta realidade - que não é vista como novidade, mas como um problema que já se tornou crônico e exige solução rápida - quem mais sofre é a população carente, que depende exclusivamente dos serviços do SUS (Sistema Único de Saúde) Por que já estamos cansados de ver famílias como a do Sr. Francisco Ildo Alves de Carvalho sofrendo por causa de profissional que na teoria jurou salvar a vidas, mas na pratica faz diferente. O hospital saúde não quis falar com a empresa local, que é um direito deles, mas essa família que eles tirou mais que um bem precioso Sr. Francisco não vai se calar o jornal A voz do povo vai acompanhar esse caso, por que aqui não calamos pelo contrario Gritamos em voz alta e bom som em defesa dos aflitos.
Foto Jair Jefferson (Dé)
O hospital saúde plena não faz jus o nome que leva, ate poderia ser uma realidade seus clientes ter uma saúde plena, mas na verdade é plena morte e descaso com os pacientes que precisa de cuidados é pleno descaso com as famílias que precisa de informações de seus familiares que precisam de informação e são atendidos com deboches e piadas. Enquanto isso as famílias sente em suas almas a clava forte de uma política desumana que não faz nada para que hospitais como o SAUDE PLENA fosse fechado e famílias como a de Francisco não sofresse mais, isso ainda é um sonho de se realizar por que é preciso redescobrir o Brasil sem invadir, sem expulsando os índios, sem ser receptador de trafego de negros para recomeçar tudo de novo com políticos e médicos mais sérios e comprometidos com a nossa gente, como já disse isso ainda é só um sonho. Jornalista: Jair Ribeiro (Juquinha)
Apoio Associação Avas : Eduardo( Netinho)
PRR: Amaral
Herique Deloste
Auxiliar: Jair Jefferson (DÉ)

Um comentário:

  1. Parabéns pelo seu trabalho de informação ao público, Jair. Abraços

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